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15
jan
10

[Err...] Assassin’s Creed 3 vai ser com o Ezio de novo. Viva?

Quando me falaram, eu realmente pensei que era um trote. Mas aparentemente é verdade. Segundo a produtora Ubisoft, Ezio Alditore da Firenze estará de volta no próximo episódio de Assassin’s Creed, que deverá ser lançado ano que vem, em março.

As informações são que Assassin’s Creed 3 irá começar exatamente depois da história do 2 acabar, assim como foi feito com a sequência, e que Ezio aparentemente vai ser o Assassino que vamos controlar no Animus (será? Depois do Bleeding Effect que deu no Desmond…)

Sinceramente, eu acho que é uma má idéia. O interessante da história de Ezio, a única coisa que nos fez aturar as cutscenes com as piores atuações da história, foi que ele na verdade [spoiler]era um condutor e que Minerva usou ele para falar com Desmond no século XXI.[/spoiler] além de que, como sempre, ele conseguiu tudo o que queria desde o começo do jogo. Então COMO ele vai poder voltar com uma história interessante? “Ah, vou começar a tentar descobrir quem vai ser a mãe desse tal de Desmond daqui a 400 e bolinha anos”?

Enfim, Assassin’s Creed 3 vai chegar nas lojas em março de 2011, por $60. Aqui no Brasil deve ser uns R$120, R$160.

E Assassin’s Creed 2 pra PC? Comofaz?

08
jan
10

Data de lançamento de Heavy Rain revelada!

Isso aí povo! Heavy Rain, da Quantic Dream, título que foi até agora reverenciado como “THE GOD FOR THE LULZ”, finalmente teve sua data de lançamento liberada! Finalmente vamos poder ver a obra prima de David Cage! =D

Heavy Rain é um jogo cuja premissa é não ser só um simples entreterimento: Ele planeja se tornar um filme thriller totalmente interativo, onde suas escolhas definirão o rumo da história, e do mundo. E todo mundo tem quase certeza de que vai ser incrível.

Apesar de que desde Fahrenheit/Indigo Profecy, eu vou me impressionar se não houver sobrenaturalismo na história.

Descubra o quão longe você poderia ir para salvar alguém que ama a partir de 23 de Fevereiro. Quem aí tá afim de me emprestar pra sempre? Qualé? Ninguém?

Ps: que PORRA, não consigo colocar imagem em alguns posts.

07
jan
10

[WAY!]Projeto natal no natal de 2010. WAY!

CHUPA ESSA CONTROLE.

CHUPA ESSA CONTROLE!

WAY POVINHO, se alguém lê esse negócio, segura as pontas aí: Microsoft avisa que o Projeto Natal tá vindo aí pro Xbox 360 no natal de 2010!

Na notícia, deram ênfase nos lucros que a Microsoft tá tendo com o Xbox desde que anunciaram: 39 milhões de Xbox 360 vendidos no mundo todo, 20 milhões na Xbox Live… putz. Isso me faz querer assinar a Gold.

Projeto Natal é um aparelho com o nome da cidade brasileira (SIM, é de Natal, Rio Grande do Norte, não o natal de papai noel) que permite ao jogador (ou não) gritar, se mover, pular, basicamente tudo o que Star Trek disse que existiria e até agora tava só no papel. A tecnologia promete revolucionar, com o seu slogan sendo “VOCÊ É O CONTROLE”.

Homem de Ferro 2, Kick-Ass, Batman Arkham Asylum 2, um monte mais e agora isso… 2010 4 TH3 W1N.

13
dez
09

[OFF?] Confissões de um nerd prematuro

Onde todos começamos

Se você lê esse blog, sabe que eu sou o único “ativo” pela definição da palavra aqui. Se você lê ele, você sabe que eu brinco pra caramba e adoro fazer review. E eu queria realmente poder fazer mais reviews. E por que eu não faço?

Cara, você já foi na Saraiva?

Sério, se não, vão no site ou numa sede aí perto. Vá pra prateleira de jogos. Provavelmente vai ser a mesma coisa que eu vejo: PS3, Xbox 360, DS, PSP, Wii… olhe os preços.

Agora, eu não sei quanto a vocês, mas 246 por Code Lyoko parece meio exagerado.

“Pedro, o que porra você tá fazendo?”. É simples. Eu to falando algo que todo mundo já sabe, mas que mesmo assim dá um post camarada, e você vai se sentar na cadeira e ler, seu nerd gordo. O que eu to fazendo é dizer que um dos piores lugares desenvolvidos em que um gamer pode nascer é o Brasil. E que a maior desvantagem que esse gamer pode ter é ser menor de idade. Ou seja: Sem sustento próprio, sem liberdade pra comprar o que bem entender, e principalmente sem moral nenhuma. Quem escuta as reclamações de alguém que depende dos pais pra ganhar brinquedos?

Eu sou sortudo. Nasci em uma família que goza de uma boa poupança, e posso ter dois next-gens com uma estratégia legal. Até posso me manter atualizado com os lançamentos de vez em quando, mas… simplesmente não entra na minha cabeça que eu podia ter comprado Batman: Arkham Asylum por 90 reais na internet, e ter recebido 15 dias depois, mas ao invés disso eu comprei por 286 reais porque ninguém adulto que pode me bancar parece acreditar que existem sites que não roubam a conta do seu cartão de crédito.

Eu já tive o privilégio – Ou não – de visitar o quartel general de uma corporação maligna que usa um rato preto com apetrechos vermelhos como símbolo. A.k.a. Disney. Eu simplesmente saí de uma só loja com oito jogos de Xbox, mais o próprio console, e ainda tive dinheiro pra continuar a comprar por alguns dias de glória.

Pesquise. A indústria brasileira odeia videogames: Pô, você quer que eu engula que alguém vai se gabar de usar um Zeebo? Enfie seu patriotismo onde bem entender, não é porque eu amo meu país que eu vou mentir e dizer que o videogame que ele construiu presta. A iniciativa veio atrasada demais. É boa, mas não é como o Wii: O Wii tinha algo de novo, o Zeebo simplesmente foi uma idéia feita de outras e que infelizmente está fadada ao esquecimento. Promessas da vinda da Sony quando realizadas não resolvem os problemas. Microsoft? Pff.

O maior ponto de troca de jogos no Brasil são as feiras. Para terem uma idéia: Eu comprei Beyond Good and Evil, KND, Black e Splinter Cell em um só camelô. Agora, pesquise um torrent de BG&E decente na internet. E agora pesquise no… sei lá, BuscaPé ou qualquer outra merda que exista. Vale à pena você gastar tanto dinheiro assim num videogame?  Pelo amor de Alá, se eu vender meu Xbox e meu PS3, eu posso bancar uma outra viagem sozinho, e ainda compro um Wii.

O capitalismo é impressionante: A nova geração gamer (com suas internets banda-larga sempre acessíveis demoníacas, seus iPhones aos nove anos e suas viagens para o exterior como presente de aniversário) se acostuma com esses preços, ao invés de parar de olhar o site da Playboy para dizer que vê pornô pros amiguinhos menores que não sabem o que é isso e pesquisar algo lindo chamado “DOWNLOAD”. Eu tenho mais de 40 jogos de PS2 baixados e copiados, e não pretendo parar. Os poucos que eu tenho originais são os que eu não achei para download.

E se a situação não mudar em 5 anos? Em 9? Quantos de nós ainda serão tão nerds quando quanto leram esse post retardado?

Olhando por um outro lado, é realmente difícil ver uma solução em um país que diz que Resident Evil tem zumbis azuis. É preferível ficar jogando PS3 em uma locadora.

30
nov
09

[Review]Brütal Legend. Imperdível.

Aqui pra mais um review. Esse é sobre um jogo que muitos amantes da música vão adorar: Brütal Legend.

Duas palavras: Jack Black. O que esse nome lhe trás na cabeça? Se você tem bom gosto, Escola de Rock, Tenacious D, e talvez King Kong ou Ano Um. Esse grande artista empresta sua voz para o personagem principal da trama do jogo, Eddie Riggs. Assim como vários outros artistas famosos, como Rob Halford (Judas Priest), Lita Ford (The Runaways), Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Jennifer Hale… mas vamos chegar lá.

Eddie é, sem sombra de dúvida, o maior roadie – Homens que ficam por trás dos palcos, construindo, armando, e tudo o mais – da história da música. Ele pode construir qualquer coisa, concertar qualquer coisa, e mais. Em suas palavras, Um bom roadie sabe que o seu trabalho todo é fazer outra pessoa parecer boa, fazer outra pessoa ficar segura. De vez em quando, ele aparece no palco para concertar algum detalhe. E antes que você veja o que ele fez, ou que ele estava lá, ele sumiu.

Infelizmente, Eddie não trabalha para uma banda a altura. Na verdade, a banda é a pior banda de Heavy Metal existente (ela existe mesmo, se quiserem pesquisem “Kabbage Boys”, algo assim). Durante um show, um dos integrantes sobe em uma estrutura perigosa, e Eddie salva-o. Mas acaba morrendo no processo. Um pouco do seu sangue cai em um colar de seu pai, e ele é transportado para um mundo onde o Metal domina, e onde elementos dessa gloriosa música tem grande poder – Por exemplo, uma guitarra normal invoca raios e fogo, além de ser a comunicação entre você e os Metal Gods.

Descobrindo que demônios estão aterrorizando aquele paraíso, Eddie se vê na obrigação de, armado com uma guitarra e um machado, ajudar e salvar aquele povo através de solos de guitarra, shows que invocam almas dos fans e muita música. E isso tudo em grande estilo.

O jogo é espetacular. Pode-se ver que a seqüência de abertura foi feita para causar a melhor impressão possível, como em — Ousarei comparar? — God of War 2. É o momento mais engraçado do jogo. A voz de Jack Black cai como uma luva em Eddie, incorporando o herói perfeitamente.

A medida que a história avança, somos apresentados a personagens simplesmente Humanos. Não são mecânicos, como os de… VÁRIOS jogos, na verdade. Eles simplesmente fazem o que alguém faria quando estão numa Era do Metal amaldiçoada por demônios. Bem realista.

Os gráficos são um show. Não são HQs como os de God of War (que são até melhores do que os do PS3, aliás), mas são gráficos perfeitos para o estilo do jogo. Deixe-me explicar: A maioria dos jogos se gaba de gráficos ótimos, reconhecimento facial impecável, mas Brutal Legend consegue exprimir emoção como outros vários não conseguem. Peguem como exemplo Metal Gear, com seus diálogos geniais, mas simplesmente artificiais, e personagens que na maioria das vezes só nos passam emoção nos momentos dramáticos. Brutal Legend consegue fazer você sentir o que eles sentem por pequenos gestos. Um pequeno olhar, um sorriso, e você já está rindo de novo. É algo que poucos desenvolvedores se gabam.

O gameplay é muito bom. É um mapa livre, com várias missões alternativas, e você pode simplesmente sair e explorar-lo. As suas únicas armas são a guitarra e o machado, mas você tem seus solos de guitarra. Você pode invocar, eventualmente, um carro para aventurar-se. E para meter bala em monstros.

Se você procurar bem, achará outros solos. E aqui está uma das pérolas do jogo: Você pode dar upgrades nas suas armas e conseguir mais alguns extras em uma garagem no inferno, comandada pelo Guardião do Metal, ninguém menos do que Ozzy Osbourne. O rei do Black Sabbath nos saúda com mensagens hilárias, e vai se provar muito, mas MUITO útil durante o jogo.

Uma falha, porém, que eu não pude deixar de notar: Navegar-se é horrível. Você simplesmente precisa olhar no mapa o tempo inteiro, o que atrapalha bastante o clima do jogo se você está no freerun e quer ir de um lugar longe para o outro. Um sistema de setas como GTA cairia bem aqui. Mas você supera isso com o Mouth of Metal: Seu primeiro upgrade pro seu carro, cujo qual tem dezenas de músicas de vários gêneros do metal pra você curtir enquanto dirige!

Outra coisa: O jogo é curto. São só 21 missões. Quando você termina, você fica com muita vontade de ter mais, de se divertir novamente, de rir com os personagens e de enlouquecer com a história bem muito bem bolada.

Brutal Legend é um jogo muito bom, que eu recomendaria na certa para qualquer pessoa e que eu compraria uma seqüência sem me preocupar se falavam bem ou mal. Qualquer dono de PS3 ou Xbox 360 deveria ter esse jogo, para se divertir, e para acompanhar os personagens ao dizerem “We Will protect this land FOR IT’S METAL!” =D

Avaliação final:

Gráficos: 8/10

História: 8/10

Gameplay: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 10/10

Diversão nas vezes seguintes: 7/10 (pelo PECADO de não poder abrir um segundo save game)

Nota final: 9/10

PS: Procurem as outras coisas que tem no jogo. Tem umas histórias interessantíssimas por lá =D

_

EDIT: Tava jogando de novo desde o começo, aí vi que as sinaleiras do carro servem pra mostrar a direção. Foi mals aí, o sistema funciona que é uma beleza =D

19
nov
09

Aniversário da PSN! The Cake is NOT a lie.

Way!

Roar, little dragon. Roar.

Hoje, 19 de novembro, a Playsation Network, sistema de compras do PS3, fez o seu terceiro aniversário.  E isso é bom, okay?

 

Teve até um discursinho do Seybold, diretor de comunicação:

 

“Estamos extremamente orgulhos que, em apenas três anos de vida, (o sistema) PlayStation 3 e seus conteúdos (disponibilizados em ambiente online) tenham tornado-se referência para o entretenimento doméstico”

 

Quem quiser ver o resto, é só acessar o bom e velho PS Blog : D

 

Way, PSN tá completando aniversário e eu só baixo coisas grátis. Adoro ser brasileiro =D

27
out
09

Trailer de Halloween de Bioshock 2. Sensacional!

Anotem aí: preciso MESMO comprar Bioshock pra Xbox 360 ou PS3, porque HELL esse jogo é foda. Eu só não consegui jogar tudo porque a minha placa mãe quebrou e eu tive que trocar, e aí reinstalar e fazer tudo de novo… não animei. Pra um console eu com certeza finalizo.

 

E por que eu toquei no assunto? Saiu um novo trailer de Bioshock 2. E caramba, nunca pensei que ser um Big Daddy era tão difícil… não que eu vá ter piedade de enfiar um tiro de Incinerate! bem no meio da fuça de um, claro que não.

 

 

Como eu disse: Awesome!

Bioshock 2 sairá 2 de Fevereiro de 2010 para PS3, Xbox 360 e PC. A data pode mudar.

26
out
09

[Review] – Uncharted: Drake’s Fortune

[Review] Uncharted: Drake’s Fortune.

O meu primeiro jogo para PS3. E o que mais me penou pra finalizar. Caramba, é difícil! Eu quase não jogava mais. Mas aí nesses últimos dias eu peguei pra jogar… e hoje finalmente consegui, e tenho que dizer: Uncharted: Drake’s Fortune é um dos poucos jogos que eu digo “CADÊ O FILME DESSA PORRA?!”

Gente, sério. O jogo é genial, muito foda mesmo. Os gráficos dão um show do início ao fim, deixam jogos como Infamous e God of War (o de PS2, que só tinha gráficos FODAS nas cutscenes) no chinelo. A história de Nathan Drake parece tão acreditável até certo ponto que você muitas vezes tem a sensação de estar controlando um filme. Os cenários e reviravoltas vão mantê-lo na TV por mais tempo do que você espera.

Vamos para a jogabilidade. Antes de começar, eu preciso dizer: É um dos jogos mais frustrantes que você pode imaginar. É simplesmente tão ridiculamente fácil morrer que dá pena. Os inimigos muitas vezes não dão trégua, e sua munição é bem limitada. O máximo que você pode fazer é torcer para que consiga agüentar, senão… bem, reinicia do ultimo checkpoint. Eu morri muito nesse jogo, e mesmo assim continuei tentando, porque você simplesmente PRECISA saber o que acontece.

Shoulder View está se tornando bem famosa: A aventura é completamente em terceira pessoa, só podendo mudar para a primeira se adquirir um sniper… que você só vai usar contra inimigos que estão longe. Sério, não há absolutamente nenhum jeito de chegar silencioso e matar alguém na surdina para não acionar a trupe toda. É um aspecto meio negativo do jogo, considerando que Nathan é um badass desgraçado e poderia muito bem quebrar o pescoço de alguém.

Os personagens são carismáticos, você realmente consegue gostar deles. O jogo até mesmo lhe dá dicas se você passa muito tempo em um desafio. Ah! Os desafios. Malditos puzzles, isso sim. Você pode ter algum problema com um ou dois, mas o enfoque do jogo é a ação e a história.

Com uma linha de acontecimentos fantástica, troféus interessantes, boa jogabilidade, personagens ótimos e gráficos deslumbrantes, Uncharted: Drake’s Fortune nos introduz a um novo mundo incrível, que eu espero ter sido bem mais explorado em Uncharted 2. SNEAK IN RECOMENDA!

Avaliação Final:

Jogabilidade: 9/10

Gráficos: 10/10

Trilha Sonora: 10/10

Diversão na primeira vez jogando: 9/10

Diversão nas próximas: 9/10

Prende a atenção do jogador: 9/10

Média: 9,6/10

Yes, o game é quase perfeito.

20
out
09

Trailer de God Of War – Collection mostra os gráficos melhorados.

Eu admito, God of War é divertido. Pra caramba. E o Kratos é um dos únicos personagens de jogos que parece lembrar que tem um pênis… minigame tosco by the way.

Enfim, os donos do PS3 tem um motivo pra comemorar: God of War Collection, que vai incluir God of War 1 e God of War 2 em um disco Blu-Ray, ganhou um trailer. E os gráficos são WOW comparados aos originais.

Sério, eu acho que vale a pena. Tô pensando até em esperar pelo jogo se conseguir finalizar God of War esses dias.

Enjoy it!

God of War Collection vai sair para PS3 provavelmente lá pelo fim do ano, e ainda com uma demo de God Of War 3!

09
out
09

[review] InFAMOUS – Sometimes is good to be bad

InFAMOUS - Lightning in the dark

InFAMOUS - Lightning in the dark

Lembram daquele jogo que eu fiquei pagando o pau o tempo todo? InFAMOUS? Pois é, hoje eu finalizei ele pela segunda vez. Segunda vez? Então por que PORRA você só escreveu isso agora? Vocês vão ver.



Uma explosão acabou com seis quarteirões de Empire City, demolindo qualquer coisa em seu caminho. Um homem sobreviveu no centro da explosão e sua vida foi alterada para sempre.

Essa é a história de InFAMOUS, jogo da Sucker Punch e da Sony, PS3 Only. O cara no centro da explosão chama-se Cole McGarth, e você o controla. Logo no começo do jogo você já conta com emoção: Tem que sair do local totalmente destruído, enquanto seu melhor amigo Zeke te liga dizendo que está o esperando. A explosão afetou toda a cidade. E afetou você mais ainda.

Você ganhou poderes sobre a eletricidade. Pode soltar raios, absorver energia para curar-se, lançar granadas elétricas, sugar as auras elétricas das pessoas, e por aí vai. Empire City está à mercê das gangues na quarentena, que tornaram a vida caótica. E você vive com uma consciência pesada: A bomba estava nas suas mãos quando explodiu.

Infamous é um ótimo jogo, recomendo mesmo. O sistema de eletricidade é tão emergente que você automaticamente já sabe o que pode absorver ou não, e todas as coisas que ele faz parecem estranhamente fazer sentido. Menos o parkour que ele parece desenvolver de uma hora pra outra. Mas dane-se, vamos falar mais de coisas boas!

A jogabilidade de entrar em Shoulder View é parecida com a de Uncharted ou Metal Gear Solid 4. Sem isso, você pode dar chutes e socos elétricos, que dão dano, mas são menos confiáveis. O mundo está mudando à sua volta, e cabe a você salvá-lo… ou destruí-lo!

É, destruí-lo. Infamous conta com um ótimo sistema: O Sistema de Karma. Deixe explicar com exemplos:

Você conseguiu fazer um pacote com suprimentos alimentares cair no chão de onde estava preso. As pessoas, famintas, começam a chegar e a pegar alimentos rapidamente. E então você começa a pensar… aquela comida toda poderia alimentar você e seus amigos por semanas, talvez até mais… se você fritasse algumas pessoas, com certeza o resto sairia correndo… mas algumas poderiam morrer de fome.

Você tem em suas mãos sua primeira Karmic Choice: Deixar pessoas famintas pegarem seus alimentos ou pegar tudo para si mesmo em ordem de se salvar. As suas escolhas influenciam no mundo à sua volta, na sua aparência, na sua reputação… mas (infelizmente) não no roteiro principal. A história não muda muito com as escolhas que você faz, o que te deixa com aquela sensação de “… oh. Mesma coisa. Whatever.”. Vamos continuar.


The Savior Of Mankind

Im in a lack of friends right now

"I'm in a lack of friends right now"

Eu primeiro joguei como herói, porque não sou muito fã de fritar pessoinhas inocentes e famintas. A história é muito boa, as cutscenes curtas e contadas em formato de história em quadrinhos casa perfeitamente com as situações. A narração de Cole é estupenda, a dublagem do jogo realmente foi caprichada.

A história em si dá muitas reviravoltas enquanto você encontra outras pessoas (vilões, no caso) que também foram afetadas pela explosão. Quando você anda pelas ruas, as pessoas batem palmas para você, tiram fotos, o saudam, pedem ajuda. Você é um herói, e adora isso.

A cidade vai ficando mais limpa, as pessoas mais alegres. O céu fica azul límpido, e seus inimigos parecem perder as forças. No fim, você conseguiu realmente fazer Empire City ressucitar dos mortos.

E olhando bem, você parece mais feliz também. Suas roupas estão limpas, seus relâmpagos estão azul-claro. As suas ações bondosas refletiram-se em si mesmo, e agora você está bem, assim como tudo.

Jogar como mocinho é ótimo. Ver que não é aqueles jogos onde você faz uma diferença enorme e ninguém nota é tão legal que você nem percebe os cerrilhados do motor gráfico, ou alguns bugs. Você começa a querer curar pessoas feridas nas ruas, a prender todos os inimigos que encontrar, e todos o amam por isso.

It’s Good To be Bad

Get out of my way

"Get out of my way"

Na minha segunda vez, eu joguei como o vilão. Foi estranho fazer coisas ruins com qualquer um que aparecesse, mas logo você se acostuma. Você anda pelas ruas e pessoas jogam pedras em você, urram em reprovação, a cidade fica um caos. Você destriu tudo com seus poderes, lote por lote.

Olhe para si mesmo! O que se tornou? Sua pele está pálida como a de um vampiro, listras negras em formato de relâmpago cresceram em sua cabeça. Suas roupas estão sujas, com manchas pretas pelas partes brancas. Seus relâmpagos são negros e vermelhos, apocalipticos, e seus poderes não servem para outra coisa senão destruir. A cidade é sua. Os cidadões são seus brinquedos, seus escravos. Você tornou-se um dos vilões que derrotou com tanto vigor.

Ser vilão não é fácil. Todos odeiam você, e tentam atacar você. No fim do jogo você é poderoso, podendo matar um civil com um raio, mas mesmo assim valeu a pena. A história não mudou de jeito nenhum, só algumas partes meramente insignificantes. No fim, a inovação de ser vilão só te trás mais problemas.

E no fim…

O salvador, o destruidor, o Infame Herói.

O salvador, o destruidor, o Infame Herói.

InFAMOUS é um ótimo jogo. Qualquer dono de PS3 que tenha paciência e goste de boas histórias, boa jogabilidade e heróis carismáticos, tem que ter a sua cópia em casa. Não sei vocês, mas se tiver continuação, eu estou esperando. Para o bem ou para o mal. SNEAK IN RECOMENDA!

Avaliação Sneak In:

Jogabilidade: 9/10

Gráficos: 8/10

Trilha Sonora: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 9/10

Diversão nas próximas: 7/10

Prende a atenção do jogador: 10/10

Média: 9,5/10

E logo logo, o duelo: Alex Mercer vs Cole McGarth: Quem ganha?




 

maio 2012
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