07
jul
09

Review: Portal – The cake is… cara, cansei de repetir isso.

Isso vai fazer sentido. Acredite.

Isso vai fazer sentido. Acredite.

Começando outra review, e vou logo começando pegando no pé de algum titã: A VALVE É FODA!

É sério, admitam: Os caras arrasam. Desde Half-Life (que eu tenho que terminar… ah, outra hora), eles só fazem coisa irada. Eles ownam totalmente em roteiro (quem viu o trailer de Left 4 Dead 2 sabe que eles conseguem fazer algo AWE-wait for it…-SOME com algumas palavras), em revolucionar com história e jogabilidade. E eu vou colocar num pedestal o mais novo “joguinho” deles: Portal =D

Novo entre aspas, porque foi lançado faz tempo. O plot de Portal é o seguinte: Você acorda em uma câmera, em um tipo de fábrica. Uma voz robótica te diz o que fazer, e você sai do seu quarto através de um portal azul, que magicamente apareceu. Você consegue a arma daquele portal, e logo consegue fazer portais por si só. Seu objetivo é usar essa arma de teletransporte por portais para derrotar as câmaras de treinamento.

Tipo, eu não achava que ia gostar MUITO. Um amigo meu que é viciado em Half-Life e por tudo o que ele representa me deu um vídeo e eu achei o sistema irado, mas achava que era chato por não ter inimigos. Eu comprei a The Orange Box pra Xbox 360, e depois de jogar um pouquinho de Half-Life 2, fui jogar Portal.

Meu, eu não tava pronto para aquilo. O jogo é simplesmente GENIAL, PORRA! O sistema de Portais e de desafios te faz parar pra pensar, e o humor negro de GLaDOS (computador psicótico que te testa) faz as coisas ficarem bem descontraídas. E a história, apesar de WAY simples, consegue dar reviravoltas. O jogo te prende simplesmente. Você só para se tiver com dúvida (fui procurar walktroughs por umas 3 vezes. Eu sou um lixo…) e se não parar, você consegue terminar em uma hora.
Isso mesmo. Leia de novo: Uma hora. Os monstros da Valve conseguiram revolucionar a jogabilidade puzzle em uma hora de jogo.

Os gráficos são incríveis, simples. First Person Mode nunca foi meu estilo, mas… não sei se é porque é um Next-Gen e os gráficos são melhores, mas parecia MESMO que eu tava trancado. Ao final do jogo, o gancho é IMENSO pra uma sequência. E talvez umas armichas legais =D

Bem, e no fim do jogo, você ainda consegue níveis extras. Extras no sentido de aumentar totalmente sua dificuldade. Como passar por uma câmera só dando 10 passos ou usando 2 portais. E isso é possível. Eu realmente não sei como, porque só consegui 3 e não consigo mais de nenhuma, mas é possível, e todos vocês do Youtube que conseguiram são bruxos.

Portal é uma experiência intrigante e que você tem que ter. Hoje eu jogo ele como algo pra zoar, meu record foi terminar em 53 minutos. É divertido, acreditem.

Avaliação do Sneak In:

Jogabilidade: 9/10
Gráficos: 10/10
Trilha Sonora: 8/10
Diversão na primeira vez jogando: 10/10
Diversão nas próximas: 7/10
Prende a atenção do jogador: 8/10
Média: 9,2/10

Pra quem ainda não jogou, o trailer no Youtube desse grande e divertido clássico:

E pra quem já jogou… =D A musiquinha do fim, “Still Alive“:

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3 Responses to “Review: Portal – The cake is… cara, cansei de repetir isso.”


  1. 3 Ronaldo
    07/07/2009 às 1:16

    Still alive não é aquela música do Mirror’s Edge…?

    Ah, espera, é Stay alive, my bad.


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