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[REVIEW] Dragon Ball Z Burst Limit – Tem limite SIM

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

Esse foi um dos primeiros jogos de Xbox 360 que eu ganhei. Por que eu pedi ele? Porque eu adoro Dragon Ball Z, e queria ver o meu Kamehameha com o poder do Next-Gen. Dragon Ball Z: Burst Limit prometeu muitas coisas, mas deixou de cumprir algumas.

Beleza, começando: O jogo é aquela mesma coisa de sempre: Acompanhe as aventuras de Goku e seus amigos para se tornarem os guerreiros mais fortes do universo e derrotar os mais diversos adversários BLÁBLÁBLÁ, todos já sabemos disso. Quem nunca ouviu falar de  Dragon Ball Z? Bem, quando eu comecei a jogar, eu admito: VIBREI. Parecia ótimo. Cutscenes arejadas, gráficos irados, animações interessantes… até mais ou menos a segunda ou terceira luta. Você percebe que o jogo foi feito às pressas: Cara, as animações nas cutscenes de lutas SÃO AS MESMAS. É SÉRIO. NÃO IMPORTA COM QUE PERSONAGEM, VOCÊ VAI VER SEMPRE A MESMA PORCARIA TODA VEZ QUE ELES LUTAREM EM FILMES.

Outra coisa que eu não gostei muito foram os Archieviments: Eu sei que não é nada, mas eles estão todos em japonês. Eu não posso saber o que fazer para conseguir mais pontos, e considerando que ir na cagada é difícil comparado aos outros DBZs (vocês já vão ver o porquê), isso é irritante.

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Certo, agora, sobre o gameplay: É interessantíssimo. Os cenários são ótimos, mas são menores do que os dos jogos de PS2, coisa que eu considero um pecado considerando o poder dos novos consoles.  O sistema de parceiros é até legal: Tipo, você escolhe alguém pra te ajudar antes da luta começar, e escolhe as situações em que ele aparece. Quando é com você é legal porque salva sua vida, mas quando é com o inimigo, você fica fulo da vida.

Os personagens são outros ponto também: Cara, eu queria todos os personagens do anime e mangá, não só aquele tantinho. Parece até Budokai, caramba. O sistema de dificuldades ainda dá pra te divertir um pouco, mas de um jeito ou de outro, tudo fica fácil.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

Antes de matar o jogo, eu falo: É divertido pra caramba, sim. O PVP da Xbox Live é legal, eu até fiz um amiguinho lá pra lutar. Não tem muito lag aqui, pelo menos, e alguns especiais ficaram interessantes, mas… o maior erro do jogo:

A PORCARIA DO JOGO ACABA NA SAGA DO CELL!

Eu fiquei FULO DA VIDA quando eu terminei o jogo: Saga do Cell. SAGA DO CELL! ELES PULARAM A DROGA DA MELHOR SAGA DO ANIME TODO!

Caramba meu, eu queria MUITO ver a saga do Manjin Buu: Tinham muitos personagens legais e fortes, várias partes incríveis, eu aguentaria até as cenas de luta recicladas. E eu queria muito lutar contra o Majin Buu! Eu fiz isso no Budokai 3 pra cima, caramba! Isso no PS2! Qual o problema da BANDAI? Eles tinham a oportunidade de fazer o melhor jogo de Dragon Ball Z da história (eu não joguei o Infinite World porque muitas fontes me disseram para passar longe, e eu tive preguiça de procurar o torrent.) e acabaram na saga do Cell! Isso é ridículo, um verdadeiro insulto ao consumidor. Desculpem, mas é a verdade. Pelo menos o arco do Bardock (O Pai De Goku, que ganhou um OVA até) é muito legal, principalmente o fim.

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

Resumindo: Dragon Ball Z: Burst Limit poderia ter sido infinitamente melhor. A BANDAI está achando que a fórmula sempre vai funcionar, mas agora eu tenho que desabafar: EU CANSEI. Cansei de jogar pela entediante “Saga de Namek”, cansei de ver sempre os mesmos personagens, cansei, cansei… não. Eles precisam renovar. Caramba, fazem décadas! Façam algo novo! O MMORPG de Dragon Ball Z está chegando, e já está na minha lista de “Must HAVE”, mas o próximo para next-gens não está. Não vou mais jogar isso de novo a menos que tenha certeza de que não vai ser uma decepção.

Se você é um fan do anime, você pode não gostar, mas se gosta de jogos de luta, SNEAK IN RECOMENDA.

Avaliação Final Sneak In:

Jogabilidade: 6/10

Gráficos: 7/10

Trilha Sonora: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 7/10

Diversão nas próximas: 5/10

Prende a atenção do jogador: 6/10

Média: 7/10

Ah, antes que eu me esqueça:

O Brolly é um MERDA. Sempre FOI um merda em todos os jogos, É um merda agora, e SEMPRE será um merda em todos os jogos e filmes de Dragon Ball Z.

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2 Responses to “[REVIEW] Dragon Ball Z Burst Limit – Tem limite SIM”


  1. 1 Domingos
    30/08/2009 às 21:06

    Mas dá pra apelar com Brolly nos jogos ò_ó Ele pode ser ruim, mas ficar usando os ataques especias dele owna qualquer um. Esse com certeza não é um jogo que eu vou querer ter. Quero dizer, no último jogo de PS2 tinha até saga de o que aconteceria se as coisas acontecessem de maneira diferente ¬¬’ Eles no meio da produção devem ter falado “Certo…quer quer ir pra casa? ._.” mesmo.

    • 2 roronoapedro
      01/09/2009 às 16:58

      Esse é o Infinite World ou o Budokai 2? Eu não joguei nenhum. Joguei só o DBZ SAGAS (eu gostei pra caralho, mas só joguei na locadora nas épocas onde não sabia porra nenhuma), Budokai 3 (O melhor) e o Tenkaichi Budokai 2 (whatever).

      Valeu pelo coment =D e o jogo é legalzim, mas só que… tipo, é ruim. É. É legalzin mas é ruim.


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