Archive for the 'X360' Category

15
jan
10

[Err…] Assassin’s Creed 3 vai ser com o Ezio de novo. Viva?

Quando me falaram, eu realmente pensei que era um trote. Mas aparentemente é verdade. Segundo a produtora Ubisoft, Ezio Alditore da Firenze estará de volta no próximo episódio de Assassin’s Creed, que deverá ser lançado ano que vem, em março.

As informações são que Assassin’s Creed 3 irá começar exatamente depois da história do 2 acabar, assim como foi feito com a sequência, e que Ezio aparentemente vai ser o Assassino que vamos controlar no Animus (será? Depois do Bleeding Effect que deu no Desmond…)

Sinceramente, eu acho que é uma má idéia. O interessante da história de Ezio, a única coisa que nos fez aturar as cutscenes com as piores atuações da história, foi que ele na verdade [spoiler]era um condutor e que Minerva usou ele para falar com Desmond no século XXI.[/spoiler] além de que, como sempre, ele conseguiu tudo o que queria desde o começo do jogo. Então COMO ele vai poder voltar com uma história interessante? “Ah, vou começar a tentar descobrir quem vai ser a mãe desse tal de Desmond daqui a 400 e bolinha anos”?

Enfim, Assassin’s Creed 3 vai chegar nas lojas em março de 2011, por $60. Aqui no Brasil deve ser uns R$120, R$160.

E Assassin’s Creed 2 pra PC? Comofaz?

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07
jan
10

[WAY!]Projeto natal no natal de 2010. WAY!

CHUPA ESSA CONTROLE.

CHUPA ESSA CONTROLE!

WAY POVINHO, se alguém lê esse negócio, segura as pontas aí: Microsoft avisa que o Projeto Natal tá vindo aí pro Xbox 360 no natal de 2010!

Na notícia, deram ênfase nos lucros que a Microsoft tá tendo com o Xbox desde que anunciaram: 39 milhões de Xbox 360 vendidos no mundo todo, 20 milhões na Xbox Live… putz. Isso me faz querer assinar a Gold.

Projeto Natal é um aparelho com o nome da cidade brasileira (SIM, é de Natal, Rio Grande do Norte, não o natal de papai noel) que permite ao jogador (ou não) gritar, se mover, pular, basicamente tudo o que Star Trek disse que existiria e até agora tava só no papel. A tecnologia promete revolucionar, com o seu slogan sendo “VOCÊ É O CONTROLE”.

Homem de Ferro 2, Kick-Ass, Batman Arkham Asylum 2, um monte mais e agora isso… 2010 4 TH3 W1N.

30
nov
09

[Review]Brütal Legend. Imperdível.

Aqui pra mais um review. Esse é sobre um jogo que muitos amantes da música vão adorar: Brütal Legend.

Duas palavras: Jack Black. O que esse nome lhe trás na cabeça? Se você tem bom gosto, Escola de Rock, Tenacious D, e talvez King Kong ou Ano Um. Esse grande artista empresta sua voz para o personagem principal da trama do jogo, Eddie Riggs. Assim como vários outros artistas famosos, como Rob Halford (Judas Priest), Lita Ford (The Runaways), Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Jennifer Hale… mas vamos chegar lá.

Eddie é, sem sombra de dúvida, o maior roadie – Homens que ficam por trás dos palcos, construindo, armando, e tudo o mais – da história da música. Ele pode construir qualquer coisa, concertar qualquer coisa, e mais. Em suas palavras, Um bom roadie sabe que o seu trabalho todo é fazer outra pessoa parecer boa, fazer outra pessoa ficar segura. De vez em quando, ele aparece no palco para concertar algum detalhe. E antes que você veja o que ele fez, ou que ele estava lá, ele sumiu.

Infelizmente, Eddie não trabalha para uma banda a altura. Na verdade, a banda é a pior banda de Heavy Metal existente (ela existe mesmo, se quiserem pesquisem “Kabbage Boys”, algo assim). Durante um show, um dos integrantes sobe em uma estrutura perigosa, e Eddie salva-o. Mas acaba morrendo no processo. Um pouco do seu sangue cai em um colar de seu pai, e ele é transportado para um mundo onde o Metal domina, e onde elementos dessa gloriosa música tem grande poder – Por exemplo, uma guitarra normal invoca raios e fogo, além de ser a comunicação entre você e os Metal Gods.

Descobrindo que demônios estão aterrorizando aquele paraíso, Eddie se vê na obrigação de, armado com uma guitarra e um machado, ajudar e salvar aquele povo através de solos de guitarra, shows que invocam almas dos fans e muita música. E isso tudo em grande estilo.

O jogo é espetacular. Pode-se ver que a seqüência de abertura foi feita para causar a melhor impressão possível, como em — Ousarei comparar? — God of War 2. É o momento mais engraçado do jogo. A voz de Jack Black cai como uma luva em Eddie, incorporando o herói perfeitamente.

A medida que a história avança, somos apresentados a personagens simplesmente Humanos. Não são mecânicos, como os de… VÁRIOS jogos, na verdade. Eles simplesmente fazem o que alguém faria quando estão numa Era do Metal amaldiçoada por demônios. Bem realista.

Os gráficos são um show. Não são HQs como os de God of War (que são até melhores do que os do PS3, aliás), mas são gráficos perfeitos para o estilo do jogo. Deixe-me explicar: A maioria dos jogos se gaba de gráficos ótimos, reconhecimento facial impecável, mas Brutal Legend consegue exprimir emoção como outros vários não conseguem. Peguem como exemplo Metal Gear, com seus diálogos geniais, mas simplesmente artificiais, e personagens que na maioria das vezes só nos passam emoção nos momentos dramáticos. Brutal Legend consegue fazer você sentir o que eles sentem por pequenos gestos. Um pequeno olhar, um sorriso, e você já está rindo de novo. É algo que poucos desenvolvedores se gabam.

O gameplay é muito bom. É um mapa livre, com várias missões alternativas, e você pode simplesmente sair e explorar-lo. As suas únicas armas são a guitarra e o machado, mas você tem seus solos de guitarra. Você pode invocar, eventualmente, um carro para aventurar-se. E para meter bala em monstros.

Se você procurar bem, achará outros solos. E aqui está uma das pérolas do jogo: Você pode dar upgrades nas suas armas e conseguir mais alguns extras em uma garagem no inferno, comandada pelo Guardião do Metal, ninguém menos do que Ozzy Osbourne. O rei do Black Sabbath nos saúda com mensagens hilárias, e vai se provar muito, mas MUITO útil durante o jogo.

Uma falha, porém, que eu não pude deixar de notar: Navegar-se é horrível. Você simplesmente precisa olhar no mapa o tempo inteiro, o que atrapalha bastante o clima do jogo se você está no freerun e quer ir de um lugar longe para o outro. Um sistema de setas como GTA cairia bem aqui. Mas você supera isso com o Mouth of Metal: Seu primeiro upgrade pro seu carro, cujo qual tem dezenas de músicas de vários gêneros do metal pra você curtir enquanto dirige!

Outra coisa: O jogo é curto. São só 21 missões. Quando você termina, você fica com muita vontade de ter mais, de se divertir novamente, de rir com os personagens e de enlouquecer com a história bem muito bem bolada.

Brutal Legend é um jogo muito bom, que eu recomendaria na certa para qualquer pessoa e que eu compraria uma seqüência sem me preocupar se falavam bem ou mal. Qualquer dono de PS3 ou Xbox 360 deveria ter esse jogo, para se divertir, e para acompanhar os personagens ao dizerem “We Will protect this land FOR IT’S METAL!” =D

Avaliação final:

Gráficos: 8/10

História: 8/10

Gameplay: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 10/10

Diversão nas vezes seguintes: 7/10 (pelo PECADO de não poder abrir um segundo save game)

Nota final: 9/10

PS: Procurem as outras coisas que tem no jogo. Tem umas histórias interessantíssimas por lá =D

_

EDIT: Tava jogando de novo desde o começo, aí vi que as sinaleiras do carro servem pra mostrar a direção. Foi mals aí, o sistema funciona que é uma beleza =D

31
out
09

Caixa de Pandora – Especial GOW!

Mamãe, eu quero a caixa do Kratos!

Mamãe, eu quero a caixa do Kratos!

A Sony revelou o conteúdo do pacote God Of War Ultimate Edition — a versão especial do jogo que promete agitar o PlayStation 3. O baú do tesouro fica por US$ 99,99 — aproximadamente  170 reais, mais impostos.

Embalado em uma repica da Caixa de Pandora e acompanhado de um livreto com a arte do jogo, o disco especial de God of War 3 também conta com conteúdos extras e entrevistas, sem contar a sorte de pacotes digitais que poderão ser baixados na PSN.

  • God of War Combat Arena (cenário exclusivo e sete desafios)
  • Premium Kratos Skin (Dominus)
  • God of War: Unearthing the Legend Franchise Documentary (um filme documentário sobre a história da franquia God of War)
  • God of War Trilogy Soundtrack (as trilhas sonoras de God Of War I, II e III )
  • God of War: Blood and Metal EP (uma homenagem heavy metal com músicas inspiradas no jogo).

 

Matéria original: Baixaki Jogos

http://www.baixakijogos.com.br/noticias/20091030/6580.html


27
out
09

Trailer de Halloween de Bioshock 2. Sensacional!

Anotem aí: preciso MESMO comprar Bioshock pra Xbox 360 ou PS3, porque HELL esse jogo é foda. Eu só não consegui jogar tudo porque a minha placa mãe quebrou e eu tive que trocar, e aí reinstalar e fazer tudo de novo… não animei. Pra um console eu com certeza finalizo.

 

E por que eu toquei no assunto? Saiu um novo trailer de Bioshock 2. E caramba, nunca pensei que ser um Big Daddy era tão difícil… não que eu vá ter piedade de enfiar um tiro de Incinerate! bem no meio da fuça de um, claro que não.

 

 

Como eu disse: Awesome!

Bioshock 2 sairá 2 de Fevereiro de 2010 para PS3, Xbox 360 e PC. A data pode mudar.

28
ago
09

[REVIEW] Dragon Ball Z Burst Limit – Tem limite SIM

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

Esse foi um dos primeiros jogos de Xbox 360 que eu ganhei. Por que eu pedi ele? Porque eu adoro Dragon Ball Z, e queria ver o meu Kamehameha com o poder do Next-Gen. Dragon Ball Z: Burst Limit prometeu muitas coisas, mas deixou de cumprir algumas.

Beleza, começando: O jogo é aquela mesma coisa de sempre: Acompanhe as aventuras de Goku e seus amigos para se tornarem os guerreiros mais fortes do universo e derrotar os mais diversos adversários BLÁBLÁBLÁ, todos já sabemos disso. Quem nunca ouviu falar de  Dragon Ball Z? Bem, quando eu comecei a jogar, eu admito: VIBREI. Parecia ótimo. Cutscenes arejadas, gráficos irados, animações interessantes… até mais ou menos a segunda ou terceira luta. Você percebe que o jogo foi feito às pressas: Cara, as animações nas cutscenes de lutas SÃO AS MESMAS. É SÉRIO. NÃO IMPORTA COM QUE PERSONAGEM, VOCÊ VAI VER SEMPRE A MESMA PORCARIA TODA VEZ QUE ELES LUTAREM EM FILMES.

Outra coisa que eu não gostei muito foram os Archieviments: Eu sei que não é nada, mas eles estão todos em japonês. Eu não posso saber o que fazer para conseguir mais pontos, e considerando que ir na cagada é difícil comparado aos outros DBZs (vocês já vão ver o porquê), isso é irritante.

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Certo, agora, sobre o gameplay: É interessantíssimo. Os cenários são ótimos, mas são menores do que os dos jogos de PS2, coisa que eu considero um pecado considerando o poder dos novos consoles.  O sistema de parceiros é até legal: Tipo, você escolhe alguém pra te ajudar antes da luta começar, e escolhe as situações em que ele aparece. Quando é com você é legal porque salva sua vida, mas quando é com o inimigo, você fica fulo da vida.

Os personagens são outros ponto também: Cara, eu queria todos os personagens do anime e mangá, não só aquele tantinho. Parece até Budokai, caramba. O sistema de dificuldades ainda dá pra te divertir um pouco, mas de um jeito ou de outro, tudo fica fácil.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

Antes de matar o jogo, eu falo: É divertido pra caramba, sim. O PVP da Xbox Live é legal, eu até fiz um amiguinho lá pra lutar. Não tem muito lag aqui, pelo menos, e alguns especiais ficaram interessantes, mas… o maior erro do jogo:

A PORCARIA DO JOGO ACABA NA SAGA DO CELL!

Eu fiquei FULO DA VIDA quando eu terminei o jogo: Saga do Cell. SAGA DO CELL! ELES PULARAM A DROGA DA MELHOR SAGA DO ANIME TODO!

Caramba meu, eu queria MUITO ver a saga do Manjin Buu: Tinham muitos personagens legais e fortes, várias partes incríveis, eu aguentaria até as cenas de luta recicladas. E eu queria muito lutar contra o Majin Buu! Eu fiz isso no Budokai 3 pra cima, caramba! Isso no PS2! Qual o problema da BANDAI? Eles tinham a oportunidade de fazer o melhor jogo de Dragon Ball Z da história (eu não joguei o Infinite World porque muitas fontes me disseram para passar longe, e eu tive preguiça de procurar o torrent.) e acabaram na saga do Cell! Isso é ridículo, um verdadeiro insulto ao consumidor. Desculpem, mas é a verdade. Pelo menos o arco do Bardock (O Pai De Goku, que ganhou um OVA até) é muito legal, principalmente o fim.

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

Resumindo: Dragon Ball Z: Burst Limit poderia ter sido infinitamente melhor. A BANDAI está achando que a fórmula sempre vai funcionar, mas agora eu tenho que desabafar: EU CANSEI. Cansei de jogar pela entediante “Saga de Namek”, cansei de ver sempre os mesmos personagens, cansei, cansei… não. Eles precisam renovar. Caramba, fazem décadas! Façam algo novo! O MMORPG de Dragon Ball Z está chegando, e já está na minha lista de “Must HAVE”, mas o próximo para next-gens não está. Não vou mais jogar isso de novo a menos que tenha certeza de que não vai ser uma decepção.

Se você é um fan do anime, você pode não gostar, mas se gosta de jogos de luta, SNEAK IN RECOMENDA.

Avaliação Final Sneak In:

Jogabilidade: 6/10

Gráficos: 7/10

Trilha Sonora: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 7/10

Diversão nas próximas: 5/10

Prende a atenção do jogador: 6/10

Média: 7/10

Ah, antes que eu me esqueça:

O Brolly é um MERDA. Sempre FOI um merda em todos os jogos, É um merda agora, e SEMPRE será um merda em todos os jogos e filmes de Dragon Ball Z.

24
ago
09

[Review] [PROTOTYPE] – O nome não poderia ser mais perfeito

Alex Mercer - O Kratos Nova Iorquino

A algumas semanas atrás, me deparei com um jogo que eu queria muito por causa de vídeos: [PROTOTYPE], um jogo onde basicamente você é um cara com super poderes em Nova York e tem que ou matar todo mundo ou dilacerar todo mundo… e descobrir quem é você. Cara, como pode ser ruim?!

E não é.
Prototype conta a história de Alex Mercer: Um rapaz que acorda numa mesa de necrotério, sem saber quem é. É, o cara tava morto. Depois de fugir, ele percebe que suas habilidades são muito superiores às dos seres humanos normais: Ele pode pular muito alto, tem super força, super velocidade… e aí, vem a bomba: Quando ele mata alguém, ele pode “absorver” aquela pessoa, podendo depois se disfarçar como ela e absorver suas memórias.

Enquanto você faz suas descobertas sobre si mesmo, descobre também que a ilha de Manhattan está em quarentena: Um vírus mutante foi liberado, e o exército acha que você é um terrorista comedor de bebês estuprador Hannibal que fez tudo aquilo. Cabe a você descobrir o que aconteceu, qual a ligação dessa ameaça com um incidente parecido em Hope, Idaho, em 1969, e a maior pergunta de todas: Quem é você?

Essa é premissa de PROTOTYPE, um jogo que quase fez meu Xbox dar 3Rl. Vamos começar a review:

Eu esperava muita diversão do jogo, e não fiquei decepcionado! Você consegue realmente sentir como se fosse Alex. Você se liga ao personagem, sente como o personagem se sente… imagine um GTA, misturado com Homem-Aranha (os bons, não os idiotas), e depois coloque os poderes dos dois em um só cara. Você tem Alex Mercer.
Você começa com todos os seus poderes, e então somos apresentados a alguém encima de um telhado, e Alex vai contando sua história. E aliás, a história do jogo não é seu ponto forte: Claro, você fica vendo tudo se encaixar e tudo o mais, mas é uma premissa já muito usada. MAS CARAMBA, DESTRUIR NOVA YORK É DIVERTIDO PRA CARALHO!

Você VIBRA quando aparece isso.

Você VIBRA quando aparece isso.

O gameplay do jogo é engenhoso, mas antes que eu fale mais, deixe-me apresentá-lo ao sistema mais legal de memórias dos ultimos tempos: Falo da Web Of Intrigues, um sistema interessantíssimo que abusa do poder de consumir pessoas de Alex. É simples: Toda vez que uma pessoa sabe algo sobre você, aparece um símbolo de uma cabeça laranja com um cérebro em destaque. Você consome essa pessoa (STEALTH CONSUMES SÃO IRADAS. Pronto, disse.) e consegue sua memória. São aproximadamente 131 pessoas que você tem que consumir, desde chefões, pedestres, médicos, militares… qualquer um que souber algo sobre você. Fica viciante procurar por essas pessoas. Você para no meio de uma missão importante para absorver um ou dois que deram sopa.

Infelizmente, a câmera, que deveria ser sua amiga de todas as horas, não ajuda muito: O 3D é bem adaptável, a maioria vai gostar, mas o sistema de mira é PODRE. É aquele tipo que quando você quer fazer algo, ele faz outro. Você pode ter problemas se for fraco, mas tem uma hora no jogo onde você simplesmente pode apertar um botão para matar os inimigos.

Outra coisa: Eu podia ter terminado o jogo todo só esmagando botões. Eu gosto de jogos que me testam, que me fazem ver o melhor jeito para ir do ponto A ao ponto B, mas Prototype tem pouco disso. Só mesmo quando é uma missão para chutar bundas militares discretamente.

Semelhanças com Spider Man? Imagina.
Qualquer semelhança com Spider-Man deve ser intencional. Sério.

Depois de algumas horas de jogo, você já está entregue ao vício: Eu mesmo só parei no primeiro dia porque tinha aula de manhã. Alguns jogadores podem querer desligar o sangue, mas eu me divertia tanto que nem vi se tinha essa opção.

A reviravolta no fim me fez ficar ligadão, mas eu logo fiquei decepcionado: O ultimo chefão é fácil pra caramba, enquanto os outros eram altamente desafiadores. Não sei, pode ser porque eu já estava FULL POWER e já tinha um jogo todo atrás de mim, mas foi bem naquela de “Caramba, tudo isso pra matar esse cara?”. Mesmo assim, depois de jogar esse jogo, eu quero um PS3 pra jogar InFamous. Destruir Nova York se mostrou um vício.

Agora, algumas pessoas podem achar que esse tipo de jogo faz as crianças ficarem mais violentas e menos sociáveis. Bem, eu digo Fuck Them. Pular de um helicóptero e destruir uma rua é DIVERTIDO.

Essa cara de EU SOU FODA não cansa.

Essa cara de "EU SOU FODA" não cansa.

[PROTOTYPE] é um jogo que vale a pena, divertido, que você passa horas na frente da telinha da televisão jogando. O fator Replay não é tão grande, mas é bom pra passar o tempo. SNEAK IN APROVA!

Avaliação do Sneak In:

Jogabilidade: 7/10
Gráficos: 8/10
Trilha Sonora: 9/10
Diversão na primeira vez jogando: 9/10
Diversão nas próximas: 6/10
Prende a atenção do jogador: 7/10
Média: 8,4/10

PS: Alguém me arranja a Soundtrack do jogo? Alguém? Alô? Por favor?




novembro 2017
S T Q Q S S D
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