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03
dez
09

Flash Stealth Games – Sim,eles existem!

Flash!

Flash!Existem!

Sob pressão do Pêdu uma incrível vontade de fazer um artigo sobre Stealth Games, resolvi pesquisar na net alguns jogos em flash, pra passar o tempo e ver se conseguia inspiração. Então, me veio a ideia de fazer sobre os raros Flash Stealth Games.(clique nas imagens para jogar)

GameShot – Stealth Games



Possui um bom acervo de Stealth Games,excelente site.

Stealth Hunter

Gostei pra caramba desse jogo, aplica ótimas características de stealth,como a batida na parede e a capacidade de quebrar pescoços =D

Iron Snail

Haha,paródia legal,não?Embora tenha umas físicas toscas,ainda sim é um jogo divertido e tem boas piadas parodiando Metal Gear xD

Sift Heads

Tá aí um jogo que nunca me canso de jogar.Concorrente direto de Tactical Assassin, Sift Heads é um daqueles destruidores de ócio nas aulas de informática,muito viciante.

Tactical Assassin

Série de jogos de sniper muito popular,provavelmente a mais popular da internet.Você é um Assassino contratado stickman,que tem os mais variados alvos.E o Tactical Assassin 2 é,para mim, o melhor da série,sendo o que mais honra o nome,o mais tático.Caso queira checar os outros TA, visite o CrazyMonkeyGames

Sugestões?Deixe-as nos comentários!

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30
nov
09

[Review]Brütal Legend. Imperdível.

Aqui pra mais um review. Esse é sobre um jogo que muitos amantes da música vão adorar: Brütal Legend.

Duas palavras: Jack Black. O que esse nome lhe trás na cabeça? Se você tem bom gosto, Escola de Rock, Tenacious D, e talvez King Kong ou Ano Um. Esse grande artista empresta sua voz para o personagem principal da trama do jogo, Eddie Riggs. Assim como vários outros artistas famosos, como Rob Halford (Judas Priest), Lita Ford (The Runaways), Ozzy Osbourne (Black Sabbath), Jennifer Hale… mas vamos chegar lá.

Eddie é, sem sombra de dúvida, o maior roadie – Homens que ficam por trás dos palcos, construindo, armando, e tudo o mais – da história da música. Ele pode construir qualquer coisa, concertar qualquer coisa, e mais. Em suas palavras, Um bom roadie sabe que o seu trabalho todo é fazer outra pessoa parecer boa, fazer outra pessoa ficar segura. De vez em quando, ele aparece no palco para concertar algum detalhe. E antes que você veja o que ele fez, ou que ele estava lá, ele sumiu.

Infelizmente, Eddie não trabalha para uma banda a altura. Na verdade, a banda é a pior banda de Heavy Metal existente (ela existe mesmo, se quiserem pesquisem “Kabbage Boys”, algo assim). Durante um show, um dos integrantes sobe em uma estrutura perigosa, e Eddie salva-o. Mas acaba morrendo no processo. Um pouco do seu sangue cai em um colar de seu pai, e ele é transportado para um mundo onde o Metal domina, e onde elementos dessa gloriosa música tem grande poder – Por exemplo, uma guitarra normal invoca raios e fogo, além de ser a comunicação entre você e os Metal Gods.

Descobrindo que demônios estão aterrorizando aquele paraíso, Eddie se vê na obrigação de, armado com uma guitarra e um machado, ajudar e salvar aquele povo através de solos de guitarra, shows que invocam almas dos fans e muita música. E isso tudo em grande estilo.

O jogo é espetacular. Pode-se ver que a seqüência de abertura foi feita para causar a melhor impressão possível, como em — Ousarei comparar? — God of War 2. É o momento mais engraçado do jogo. A voz de Jack Black cai como uma luva em Eddie, incorporando o herói perfeitamente.

A medida que a história avança, somos apresentados a personagens simplesmente Humanos. Não são mecânicos, como os de… VÁRIOS jogos, na verdade. Eles simplesmente fazem o que alguém faria quando estão numa Era do Metal amaldiçoada por demônios. Bem realista.

Os gráficos são um show. Não são HQs como os de God of War (que são até melhores do que os do PS3, aliás), mas são gráficos perfeitos para o estilo do jogo. Deixe-me explicar: A maioria dos jogos se gaba de gráficos ótimos, reconhecimento facial impecável, mas Brutal Legend consegue exprimir emoção como outros vários não conseguem. Peguem como exemplo Metal Gear, com seus diálogos geniais, mas simplesmente artificiais, e personagens que na maioria das vezes só nos passam emoção nos momentos dramáticos. Brutal Legend consegue fazer você sentir o que eles sentem por pequenos gestos. Um pequeno olhar, um sorriso, e você já está rindo de novo. É algo que poucos desenvolvedores se gabam.

O gameplay é muito bom. É um mapa livre, com várias missões alternativas, e você pode simplesmente sair e explorar-lo. As suas únicas armas são a guitarra e o machado, mas você tem seus solos de guitarra. Você pode invocar, eventualmente, um carro para aventurar-se. E para meter bala em monstros.

Se você procurar bem, achará outros solos. E aqui está uma das pérolas do jogo: Você pode dar upgrades nas suas armas e conseguir mais alguns extras em uma garagem no inferno, comandada pelo Guardião do Metal, ninguém menos do que Ozzy Osbourne. O rei do Black Sabbath nos saúda com mensagens hilárias, e vai se provar muito, mas MUITO útil durante o jogo.

Uma falha, porém, que eu não pude deixar de notar: Navegar-se é horrível. Você simplesmente precisa olhar no mapa o tempo inteiro, o que atrapalha bastante o clima do jogo se você está no freerun e quer ir de um lugar longe para o outro. Um sistema de setas como GTA cairia bem aqui. Mas você supera isso com o Mouth of Metal: Seu primeiro upgrade pro seu carro, cujo qual tem dezenas de músicas de vários gêneros do metal pra você curtir enquanto dirige!

Outra coisa: O jogo é curto. São só 21 missões. Quando você termina, você fica com muita vontade de ter mais, de se divertir novamente, de rir com os personagens e de enlouquecer com a história bem muito bem bolada.

Brutal Legend é um jogo muito bom, que eu recomendaria na certa para qualquer pessoa e que eu compraria uma seqüência sem me preocupar se falavam bem ou mal. Qualquer dono de PS3 ou Xbox 360 deveria ter esse jogo, para se divertir, e para acompanhar os personagens ao dizerem “We Will protect this land FOR IT’S METAL!” =D

Avaliação final:

Gráficos: 8/10

História: 8/10

Gameplay: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 10/10

Diversão nas vezes seguintes: 7/10 (pelo PECADO de não poder abrir um segundo save game)

Nota final: 9/10

PS: Procurem as outras coisas que tem no jogo. Tem umas histórias interessantíssimas por lá =D

_

EDIT: Tava jogando de novo desde o começo, aí vi que as sinaleiras do carro servem pra mostrar a direção. Foi mals aí, o sistema funciona que é uma beleza =D

26
out
09

[Review] – Uncharted: Drake’s Fortune

[Review] Uncharted: Drake’s Fortune.

O meu primeiro jogo para PS3. E o que mais me penou pra finalizar. Caramba, é difícil! Eu quase não jogava mais. Mas aí nesses últimos dias eu peguei pra jogar… e hoje finalmente consegui, e tenho que dizer: Uncharted: Drake’s Fortune é um dos poucos jogos que eu digo “CADÊ O FILME DESSA PORRA?!”

Gente, sério. O jogo é genial, muito foda mesmo. Os gráficos dão um show do início ao fim, deixam jogos como Infamous e God of War (o de PS2, que só tinha gráficos FODAS nas cutscenes) no chinelo. A história de Nathan Drake parece tão acreditável até certo ponto que você muitas vezes tem a sensação de estar controlando um filme. Os cenários e reviravoltas vão mantê-lo na TV por mais tempo do que você espera.

Vamos para a jogabilidade. Antes de começar, eu preciso dizer: É um dos jogos mais frustrantes que você pode imaginar. É simplesmente tão ridiculamente fácil morrer que dá pena. Os inimigos muitas vezes não dão trégua, e sua munição é bem limitada. O máximo que você pode fazer é torcer para que consiga agüentar, senão… bem, reinicia do ultimo checkpoint. Eu morri muito nesse jogo, e mesmo assim continuei tentando, porque você simplesmente PRECISA saber o que acontece.

Shoulder View está se tornando bem famosa: A aventura é completamente em terceira pessoa, só podendo mudar para a primeira se adquirir um sniper… que você só vai usar contra inimigos que estão longe. Sério, não há absolutamente nenhum jeito de chegar silencioso e matar alguém na surdina para não acionar a trupe toda. É um aspecto meio negativo do jogo, considerando que Nathan é um badass desgraçado e poderia muito bem quebrar o pescoço de alguém.

Os personagens são carismáticos, você realmente consegue gostar deles. O jogo até mesmo lhe dá dicas se você passa muito tempo em um desafio. Ah! Os desafios. Malditos puzzles, isso sim. Você pode ter algum problema com um ou dois, mas o enfoque do jogo é a ação e a história.

Com uma linha de acontecimentos fantástica, troféus interessantes, boa jogabilidade, personagens ótimos e gráficos deslumbrantes, Uncharted: Drake’s Fortune nos introduz a um novo mundo incrível, que eu espero ter sido bem mais explorado em Uncharted 2. SNEAK IN RECOMENDA!

Avaliação Final:

Jogabilidade: 9/10

Gráficos: 10/10

Trilha Sonora: 10/10

Diversão na primeira vez jogando: 9/10

Diversão nas próximas: 9/10

Prende a atenção do jogador: 9/10

Média: 9,6/10

Yes, o game é quase perfeito.

21
out
09

Pirataria de Games – Trúi Chit

Hey, viu o novo lançamento?Pireites Du Calibri!

Hey, viu o novo lançamento?Pireites Du Calibri!

Convidei um amigo para postar aqui no blog, fato que ele aceitou com carinho.Ok,talvez não com tanto carinho assim,mas o certo é que ele aceitou.Então, vou postar a matéria dele aqui =D

A pirataria nos dias de hoje não é lá muito difícil de se encontrar. Nas ruas, em camelôs entre outros lugares no nosso dia-a-dia. Ainda mais quando falamos de jogos de videogame, Vemos facilmente em qualquer lugar do país pessoas vendendo jogos, geralmente de ps2 mas há também de ps1, PC e até Xbox 360 .

Pois são exatamente nesses piratas aí que estão os famosos erros de escrita , para piorar a maioria dos jogos de videogame são produzidos ou no Japão ou nos Estados Unidos ,e para acabar de vez com a escrita muitos e muitos vendedores de jogos de videogames não possuem muito conhecimento.

Por esses motivos a chance de vc, amigo, q vai comprar um jogo de videogame pegar um disco com o nome do jogo errado é quase uns 85 % .Claro que não deixaremos de citar alguns desses erros bitorescos , aqui estão :



Metal guia solide 3 (o correto seria Metal gear solid 3)

O guitarreiro 2 (o correto seria guitar hero 2)

Pro evolutiom socet (o correto seria pro evolution soccer)

Heuri Poter e a camera secreta (o correto seria Harry Potter e a câmara secreta)

Espaider Men 2 (o correto seria Spiderman)

Fatal Freime 2(o correto seria Fatal Frame 2)

Betelfilde (o correto seria Battlefield)

Unimocha (o correto seria Onimusha)

Chedou of Colosso (o correto seria Shadow of the colossus)

Sailente Ril (o correto seria Silent Hill)

Tequem 4 (o correto seria Tekken 4)

Autoria: Bacon :B

09
out
09

[review] InFAMOUS – Sometimes is good to be bad

InFAMOUS - Lightning in the dark

InFAMOUS - Lightning in the dark

Lembram daquele jogo que eu fiquei pagando o pau o tempo todo? InFAMOUS? Pois é, hoje eu finalizei ele pela segunda vez. Segunda vez? Então por que PORRA você só escreveu isso agora? Vocês vão ver.



Uma explosão acabou com seis quarteirões de Empire City, demolindo qualquer coisa em seu caminho. Um homem sobreviveu no centro da explosão e sua vida foi alterada para sempre.

Essa é a história de InFAMOUS, jogo da Sucker Punch e da Sony, PS3 Only. O cara no centro da explosão chama-se Cole McGarth, e você o controla. Logo no começo do jogo você já conta com emoção: Tem que sair do local totalmente destruído, enquanto seu melhor amigo Zeke te liga dizendo que está o esperando. A explosão afetou toda a cidade. E afetou você mais ainda.

Você ganhou poderes sobre a eletricidade. Pode soltar raios, absorver energia para curar-se, lançar granadas elétricas, sugar as auras elétricas das pessoas, e por aí vai. Empire City está à mercê das gangues na quarentena, que tornaram a vida caótica. E você vive com uma consciência pesada: A bomba estava nas suas mãos quando explodiu.

Infamous é um ótimo jogo, recomendo mesmo. O sistema de eletricidade é tão emergente que você automaticamente já sabe o que pode absorver ou não, e todas as coisas que ele faz parecem estranhamente fazer sentido. Menos o parkour que ele parece desenvolver de uma hora pra outra. Mas dane-se, vamos falar mais de coisas boas!

A jogabilidade de entrar em Shoulder View é parecida com a de Uncharted ou Metal Gear Solid 4. Sem isso, você pode dar chutes e socos elétricos, que dão dano, mas são menos confiáveis. O mundo está mudando à sua volta, e cabe a você salvá-lo… ou destruí-lo!

É, destruí-lo. Infamous conta com um ótimo sistema: O Sistema de Karma. Deixe explicar com exemplos:

Você conseguiu fazer um pacote com suprimentos alimentares cair no chão de onde estava preso. As pessoas, famintas, começam a chegar e a pegar alimentos rapidamente. E então você começa a pensar… aquela comida toda poderia alimentar você e seus amigos por semanas, talvez até mais… se você fritasse algumas pessoas, com certeza o resto sairia correndo… mas algumas poderiam morrer de fome.

Você tem em suas mãos sua primeira Karmic Choice: Deixar pessoas famintas pegarem seus alimentos ou pegar tudo para si mesmo em ordem de se salvar. As suas escolhas influenciam no mundo à sua volta, na sua aparência, na sua reputação… mas (infelizmente) não no roteiro principal. A história não muda muito com as escolhas que você faz, o que te deixa com aquela sensação de “… oh. Mesma coisa. Whatever.”. Vamos continuar.


The Savior Of Mankind

Im in a lack of friends right now

"I'm in a lack of friends right now"

Eu primeiro joguei como herói, porque não sou muito fã de fritar pessoinhas inocentes e famintas. A história é muito boa, as cutscenes curtas e contadas em formato de história em quadrinhos casa perfeitamente com as situações. A narração de Cole é estupenda, a dublagem do jogo realmente foi caprichada.

A história em si dá muitas reviravoltas enquanto você encontra outras pessoas (vilões, no caso) que também foram afetadas pela explosão. Quando você anda pelas ruas, as pessoas batem palmas para você, tiram fotos, o saudam, pedem ajuda. Você é um herói, e adora isso.

A cidade vai ficando mais limpa, as pessoas mais alegres. O céu fica azul límpido, e seus inimigos parecem perder as forças. No fim, você conseguiu realmente fazer Empire City ressucitar dos mortos.

E olhando bem, você parece mais feliz também. Suas roupas estão limpas, seus relâmpagos estão azul-claro. As suas ações bondosas refletiram-se em si mesmo, e agora você está bem, assim como tudo.

Jogar como mocinho é ótimo. Ver que não é aqueles jogos onde você faz uma diferença enorme e ninguém nota é tão legal que você nem percebe os cerrilhados do motor gráfico, ou alguns bugs. Você começa a querer curar pessoas feridas nas ruas, a prender todos os inimigos que encontrar, e todos o amam por isso.

It’s Good To be Bad

Get out of my way

"Get out of my way"

Na minha segunda vez, eu joguei como o vilão. Foi estranho fazer coisas ruins com qualquer um que aparecesse, mas logo você se acostuma. Você anda pelas ruas e pessoas jogam pedras em você, urram em reprovação, a cidade fica um caos. Você destriu tudo com seus poderes, lote por lote.

Olhe para si mesmo! O que se tornou? Sua pele está pálida como a de um vampiro, listras negras em formato de relâmpago cresceram em sua cabeça. Suas roupas estão sujas, com manchas pretas pelas partes brancas. Seus relâmpagos são negros e vermelhos, apocalipticos, e seus poderes não servem para outra coisa senão destruir. A cidade é sua. Os cidadões são seus brinquedos, seus escravos. Você tornou-se um dos vilões que derrotou com tanto vigor.

Ser vilão não é fácil. Todos odeiam você, e tentam atacar você. No fim do jogo você é poderoso, podendo matar um civil com um raio, mas mesmo assim valeu a pena. A história não mudou de jeito nenhum, só algumas partes meramente insignificantes. No fim, a inovação de ser vilão só te trás mais problemas.

E no fim…

O salvador, o destruidor, o Infame Herói.

O salvador, o destruidor, o Infame Herói.

InFAMOUS é um ótimo jogo. Qualquer dono de PS3 que tenha paciência e goste de boas histórias, boa jogabilidade e heróis carismáticos, tem que ter a sua cópia em casa. Não sei vocês, mas se tiver continuação, eu estou esperando. Para o bem ou para o mal. SNEAK IN RECOMENDA!

Avaliação Sneak In:

Jogabilidade: 9/10

Gráficos: 8/10

Trilha Sonora: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 9/10

Diversão nas próximas: 7/10

Prende a atenção do jogador: 10/10

Média: 9,5/10

E logo logo, o duelo: Alex Mercer vs Cole McGarth: Quem ganha?

28
ago
09

[REVIEW] Dragon Ball Z Burst Limit – Tem limite SIM

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

HERE WE GO AGAIN! AND AGAIN AND AGAIN AND AGAIN...

Esse foi um dos primeiros jogos de Xbox 360 que eu ganhei. Por que eu pedi ele? Porque eu adoro Dragon Ball Z, e queria ver o meu Kamehameha com o poder do Next-Gen. Dragon Ball Z: Burst Limit prometeu muitas coisas, mas deixou de cumprir algumas.

Beleza, começando: O jogo é aquela mesma coisa de sempre: Acompanhe as aventuras de Goku e seus amigos para se tornarem os guerreiros mais fortes do universo e derrotar os mais diversos adversários BLÁBLÁBLÁ, todos já sabemos disso. Quem nunca ouviu falar de  Dragon Ball Z? Bem, quando eu comecei a jogar, eu admito: VIBREI. Parecia ótimo. Cutscenes arejadas, gráficos irados, animações interessantes… até mais ou menos a segunda ou terceira luta. Você percebe que o jogo foi feito às pressas: Cara, as animações nas cutscenes de lutas SÃO AS MESMAS. É SÉRIO. NÃO IMPORTA COM QUE PERSONAGEM, VOCÊ VAI VER SEMPRE A MESMA PORCARIA TODA VEZ QUE ELES LUTAREM EM FILMES.

Outra coisa que eu não gostei muito foram os Archieviments: Eu sei que não é nada, mas eles estão todos em japonês. Eu não posso saber o que fazer para conseguir mais pontos, e considerando que ir na cagada é difícil comparado aos outros DBZs (vocês já vão ver o porquê), isso é irritante.

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Quantas vezes a gente já não viu isso?

Certo, agora, sobre o gameplay: É interessantíssimo. Os cenários são ótimos, mas são menores do que os dos jogos de PS2, coisa que eu considero um pecado considerando o poder dos novos consoles.  O sistema de parceiros é até legal: Tipo, você escolhe alguém pra te ajudar antes da luta começar, e escolhe as situações em que ele aparece. Quando é com você é legal porque salva sua vida, mas quando é com o inimigo, você fica fulo da vida.

Os personagens são outros ponto também: Cara, eu queria todos os personagens do anime e mangá, não só aquele tantinho. Parece até Budokai, caramba. O sistema de dificuldades ainda dá pra te divertir um pouco, mas de um jeito ou de outro, tudo fica fácil.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

A produção do jogo é iradinha, mas podia ser melhor. De qualquer jeito, ficou foda.

Antes de matar o jogo, eu falo: É divertido pra caramba, sim. O PVP da Xbox Live é legal, eu até fiz um amiguinho lá pra lutar. Não tem muito lag aqui, pelo menos, e alguns especiais ficaram interessantes, mas… o maior erro do jogo:

A PORCARIA DO JOGO ACABA NA SAGA DO CELL!

Eu fiquei FULO DA VIDA quando eu terminei o jogo: Saga do Cell. SAGA DO CELL! ELES PULARAM A DROGA DA MELHOR SAGA DO ANIME TODO!

Caramba meu, eu queria MUITO ver a saga do Manjin Buu: Tinham muitos personagens legais e fortes, várias partes incríveis, eu aguentaria até as cenas de luta recicladas. E eu queria muito lutar contra o Majin Buu! Eu fiz isso no Budokai 3 pra cima, caramba! Isso no PS2! Qual o problema da BANDAI? Eles tinham a oportunidade de fazer o melhor jogo de Dragon Ball Z da história (eu não joguei o Infinite World porque muitas fontes me disseram para passar longe, e eu tive preguiça de procurar o torrent.) e acabaram na saga do Cell! Isso é ridículo, um verdadeiro insulto ao consumidor. Desculpem, mas é a verdade. Pelo menos o arco do Bardock (O Pai De Goku, que ganhou um OVA até) é muito legal, principalmente o fim.

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

A gente fala mal, mas é sempre legal você soltar um Kamehameha...

Resumindo: Dragon Ball Z: Burst Limit poderia ter sido infinitamente melhor. A BANDAI está achando que a fórmula sempre vai funcionar, mas agora eu tenho que desabafar: EU CANSEI. Cansei de jogar pela entediante “Saga de Namek”, cansei de ver sempre os mesmos personagens, cansei, cansei… não. Eles precisam renovar. Caramba, fazem décadas! Façam algo novo! O MMORPG de Dragon Ball Z está chegando, e já está na minha lista de “Must HAVE”, mas o próximo para next-gens não está. Não vou mais jogar isso de novo a menos que tenha certeza de que não vai ser uma decepção.

Se você é um fan do anime, você pode não gostar, mas se gosta de jogos de luta, SNEAK IN RECOMENDA.

Avaliação Final Sneak In:

Jogabilidade: 6/10

Gráficos: 7/10

Trilha Sonora: 9/10

Diversão na primeira vez jogando: 7/10

Diversão nas próximas: 5/10

Prende a atenção do jogador: 6/10

Média: 7/10

Ah, antes que eu me esqueça:

O Brolly é um MERDA. Sempre FOI um merda em todos os jogos, É um merda agora, e SEMPRE será um merda em todos os jogos e filmes de Dragon Ball Z.

24
ago
09

[Review] [PROTOTYPE] – O nome não poderia ser mais perfeito

Alex Mercer - O Kratos Nova Iorquino

A algumas semanas atrás, me deparei com um jogo que eu queria muito por causa de vídeos: [PROTOTYPE], um jogo onde basicamente você é um cara com super poderes em Nova York e tem que ou matar todo mundo ou dilacerar todo mundo… e descobrir quem é você. Cara, como pode ser ruim?!

E não é.
Prototype conta a história de Alex Mercer: Um rapaz que acorda numa mesa de necrotério, sem saber quem é. É, o cara tava morto. Depois de fugir, ele percebe que suas habilidades são muito superiores às dos seres humanos normais: Ele pode pular muito alto, tem super força, super velocidade… e aí, vem a bomba: Quando ele mata alguém, ele pode “absorver” aquela pessoa, podendo depois se disfarçar como ela e absorver suas memórias.

Enquanto você faz suas descobertas sobre si mesmo, descobre também que a ilha de Manhattan está em quarentena: Um vírus mutante foi liberado, e o exército acha que você é um terrorista comedor de bebês estuprador Hannibal que fez tudo aquilo. Cabe a você descobrir o que aconteceu, qual a ligação dessa ameaça com um incidente parecido em Hope, Idaho, em 1969, e a maior pergunta de todas: Quem é você?

Essa é premissa de PROTOTYPE, um jogo que quase fez meu Xbox dar 3Rl. Vamos começar a review:

Eu esperava muita diversão do jogo, e não fiquei decepcionado! Você consegue realmente sentir como se fosse Alex. Você se liga ao personagem, sente como o personagem se sente… imagine um GTA, misturado com Homem-Aranha (os bons, não os idiotas), e depois coloque os poderes dos dois em um só cara. Você tem Alex Mercer.
Você começa com todos os seus poderes, e então somos apresentados a alguém encima de um telhado, e Alex vai contando sua história. E aliás, a história do jogo não é seu ponto forte: Claro, você fica vendo tudo se encaixar e tudo o mais, mas é uma premissa já muito usada. MAS CARAMBA, DESTRUIR NOVA YORK É DIVERTIDO PRA CARALHO!

Você VIBRA quando aparece isso.

Você VIBRA quando aparece isso.

O gameplay do jogo é engenhoso, mas antes que eu fale mais, deixe-me apresentá-lo ao sistema mais legal de memórias dos ultimos tempos: Falo da Web Of Intrigues, um sistema interessantíssimo que abusa do poder de consumir pessoas de Alex. É simples: Toda vez que uma pessoa sabe algo sobre você, aparece um símbolo de uma cabeça laranja com um cérebro em destaque. Você consome essa pessoa (STEALTH CONSUMES SÃO IRADAS. Pronto, disse.) e consegue sua memória. São aproximadamente 131 pessoas que você tem que consumir, desde chefões, pedestres, médicos, militares… qualquer um que souber algo sobre você. Fica viciante procurar por essas pessoas. Você para no meio de uma missão importante para absorver um ou dois que deram sopa.

Infelizmente, a câmera, que deveria ser sua amiga de todas as horas, não ajuda muito: O 3D é bem adaptável, a maioria vai gostar, mas o sistema de mira é PODRE. É aquele tipo que quando você quer fazer algo, ele faz outro. Você pode ter problemas se for fraco, mas tem uma hora no jogo onde você simplesmente pode apertar um botão para matar os inimigos.

Outra coisa: Eu podia ter terminado o jogo todo só esmagando botões. Eu gosto de jogos que me testam, que me fazem ver o melhor jeito para ir do ponto A ao ponto B, mas Prototype tem pouco disso. Só mesmo quando é uma missão para chutar bundas militares discretamente.

Semelhanças com Spider Man? Imagina.
Qualquer semelhança com Spider-Man deve ser intencional. Sério.

Depois de algumas horas de jogo, você já está entregue ao vício: Eu mesmo só parei no primeiro dia porque tinha aula de manhã. Alguns jogadores podem querer desligar o sangue, mas eu me divertia tanto que nem vi se tinha essa opção.

A reviravolta no fim me fez ficar ligadão, mas eu logo fiquei decepcionado: O ultimo chefão é fácil pra caramba, enquanto os outros eram altamente desafiadores. Não sei, pode ser porque eu já estava FULL POWER e já tinha um jogo todo atrás de mim, mas foi bem naquela de “Caramba, tudo isso pra matar esse cara?”. Mesmo assim, depois de jogar esse jogo, eu quero um PS3 pra jogar InFamous. Destruir Nova York se mostrou um vício.

Agora, algumas pessoas podem achar que esse tipo de jogo faz as crianças ficarem mais violentas e menos sociáveis. Bem, eu digo Fuck Them. Pular de um helicóptero e destruir uma rua é DIVERTIDO.

Essa cara de EU SOU FODA não cansa.

Essa cara de "EU SOU FODA" não cansa.

[PROTOTYPE] é um jogo que vale a pena, divertido, que você passa horas na frente da telinha da televisão jogando. O fator Replay não é tão grande, mas é bom pra passar o tempo. SNEAK IN APROVA!

Avaliação do Sneak In:

Jogabilidade: 7/10
Gráficos: 8/10
Trilha Sonora: 9/10
Diversão na primeira vez jogando: 9/10
Diversão nas próximas: 6/10
Prende a atenção do jogador: 7/10
Média: 8,4/10

PS: Alguém me arranja a Soundtrack do jogo? Alguém? Alô? Por favor?




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